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Uberaba
de ontem...
CINEMAS
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O Cinema Polyteama foi inaugurado no ano de 1917,
segundo a revista da época, Via Láctea; e jornais,
citados por Heliana Angotti, dão notícias de que ainda
em 1918, ele estava em pleno funcionamento. "O seu frontispício
é digno de registro, na época, contíguo à
requintada confeitaria de Antônio Damiani. Apresenta platibanda
vazada em arcos com vasos nas extremidades e frontão central
com apliques de estuque encimado por grande concha. As portas são
encimadas por envazaduras de estilo Art Nouveau". (SALGUEIRO,
1984, p.217). O Cinema localizava-se na Rua Cel. Manoel Borges.
Mesmo tendo vida breve, foi o querido do povo... "foi um dos
cinemas que mais se perpetuou na memória popular" (NABUT,
[19--], p.59). Em 13 de outubro de 1928 inaugurava-se o Cine Alhambra,
na rua Artur Machado, provocando, assim, o fim do Cinema Polyteama.
Na década de 1980, o prédio permanecia com a mesma
fachada, funcionando ali, o "Barracão do Samba".
Nessa mesma década, foi demolido para dar lugar ao prédio
onde funcionou as Lojas Brasileiras.
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Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não
identificado
Autor Restauração: Paulo
Lemos
Referência: Cine Polytheama
Data: 1917
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Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não identificado
Autor Restauração: Paulo Lemos
Referência: Cine Polyteama
Data:
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Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não identificado
Autor Restauração: Paulo Lemos
Referência: Cine Royal
Data: 1950
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O Cinema Royal substituiu o antigo Cine
Capitólio que, construído pelo italiano Santos Guido,
foi inaugurado em 11 de maio de 1925 e pertencia à firma Damiani,
Bossini & Cia. A Lei nº 700, de 15 de setembro de 1930, concedeu
ao Sr. Antônio Sebastião da Costa, isenção
de impostos por cinco anos, para o prédio do Theatro Capitólio
desta cidade. O Artigo 11 - mandou devolver ao mesmo Sr. as importâncias
pagas dos referidos impostos, nos anos de 1929 e 1930. Após
a fundação da Companhia Cinematográfica São
Luís em 1930, a mesma adquiriu o Cine Royal, que funcionou
até 02 de fevereiro de 1959, quando teve suas portas totalmente
fechadas. O prédio, apesar das inúmeras reformas, mantém
ainda sua arquitetura original. Localizado na Praça Comendador
Quintino, ele faz parte do seu conjunto eclético.
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HOTÉIS
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Hotel Modelo
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não Identificado
Autor Restauração: Paulo Lemos
Referência: Hotel Modelo
Data: 1930
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A Lei Nº 565, de 06 de fevereiro de 1928,
concede ao Cel. Quirino Luís da Costa, isenção
de impostos, sobre o prédio que o mesmo vai construir para
um hotel, de acordo com a planta apresentada, que será modificada
pela Câmara, assim como auxílio para a instalação
de água corrente em todos os quartos do hotel. A Lei Nº
574, de 12 de março de 1928, concede isenção
de impostos sobre muros e calçamentos do prédio, para
o Hotel Modelo, que está sendo construído, pelo mesmo
prazo referente naquela lei. O prédio do Hotel Modelo foi
inaugurado em 1929. Após ser remodelado, em meados de 1990,
na parte térrea passaram a funcionar estabelecimentos comerciais
e na parte superior, continuou o funcionamento normal do referido
hotel, tendo sua entrada sido transferida para a rua Dr. João
Caetano.
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Hotel do Comércio
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não Identificado
Autor Restauração: Paulo Lemos
Referência: Hotel do Comércio
Data: 1930
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Construído em 1876, passou por reformas
por volta de 1908. Teve vários proprietários, sendo
que a primeira foi Balbina Maria de Freitas e o último, a
Sociedade São Vicente de Paula. Sua demolição
aconteceu na década de 1980, para ceder lugar à atual
loja, Magazine Luíza.
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Grande Hotel
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Marcelino Guimarães
Autor Restauração: Paulo Lemos
Referência: Grande Hotel
Data:
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Construído em 15 meses, o prédio
do Grande Hotel e Cine Metrópole de Uberaba, empreendimento
arrojado para a época, foi inaugurado em 12 de fevereiro,
de 1941. Foi o primeiro prédio da Região do Triângulo
Mineiro. De propriedade da Companhia Cinematográfica São
Luiz Ltda, tinha como diretor geral, o Dr. Orlando Rodrigues da
Cunha.
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