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Uberaba
de ontem...
OUTROS LOCAIS
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A criação do Terminal Rodoviário
de Uberaba foi feito através do Decreto Lei nº 433,
de 07 de fevereiro de 1944, na Praça da Bandeira (atual Praça
Dr. Jorge Frange). O projeto inicial foi elaborado pelo Serviço
de Indústria da Secretaria de Agricultura do Estado de Minas
Gerais. Este projeto foi substituído por um novo, executado
pelo Engenheiro Dr. Tomás Bawden, em 1943, por determinação
do Prefeito Carlos Martins Prates. O Terminal Rodoviário
funcionou precariamente, de 1944 até 06 de julho de 1945,
quando foi concluído. De acordo com o jornal "O Triângulo",
inauguradas que foram as dependências do Terminal Rodoviário,
passou a Prefeitura a alugá-las, recebendo por isso, cerca
de dois mil e poucos cruzeiros mensais, o que veio acontecendo até
abril de 1948. As verdadeiras finalidades, entretanto, não
foram concretizadas. A falta de regulamentação criava
sensível embaraço aos passageiros e às próprias
Empresas que exploravam o serviço, pois, as passagens não
eram adquiridas em local próprio e os veículos não
tinham ponto certo de partida e chegada, causando, tudo isso, uma
série de confusões e de dificuldades. Mesmo os serviços
de despacho e de encomendas não eram convenientemente oficializados,
dando motivo a constantes extravios e reclamações
por parte dos interessados. Por outro lado, a renda auferida pela
Prefeitura, em relação ao capital arrecadado e aos
gastos de conservação do edifício, era quase
nula. Interado de tudo isso, o Sr. Dr. Boulanger Pucci, meses após
a sua posse na direção dos negócios municipais,
determinou que o Serviço de Patrimônio elaborasse os
necessários estudos, não só para a regulamentação
do Serviço de Transporte Coletivo Inter-municipal, como,
também, o Regimento Interno do Terminal Rodoviário.
De posse dessas sugestões, o Sr. Prefeito encaminhou à
consideração do Legislativo os projetos de Leis necessários,
convenientemente justificados. Aprovadas que foram as matérias
e imediatamente convertidas em Lei, foram, logo, postas em execução.
Os resultados obtidos excederam todas as expectativas. Assim, o
Terminal Rodoviário de Uberaba, trouxe grande movimento e
desenvolvimento para o Bairro São Benedito; inúmeras
pensões, hotéis, bares, postos de serviços,
garagens, etc., se instalaram nas imediações da Praça
da Bandeira, bem como inúmeras construções
foram levadas a efeito. Houve um aumento significativo quanto ao
número de embarques e desembarques de passageiros, mantendo
assim o horário fixo para os itinerários dos veículos.
O antigo Terminal Rodoviário de Uberaba, com o passar do
tempo foi se tornando pequeno e inadequado, para a população
que crescia. Então, no dia 22 de dezembro de 1972, durante
a gestão do Prefeito Municipal de Uberaba, Arnaldo Rosa Prata,
inaugurou-se o Novo Terminal Rodoviário de Uberaba, localizado
na Praça Dr. Carlos Terra, no Bairro São Benedito.
No início da segunda quinzena de dezembro de 1999, na gestão
do Prefeito Municipal de Uberaba, Dr. Marcos Montes Cordeiro, o
Terminal Rodoviário passou por uma reforma geral, sendo reinaugurado
no dia 1º de Setembro de 2000.
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Praça Doutor Jorge Frange
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não
identificado
Autor Restauração: Paulo
Lemos
Referência: Terminal Rodoviário
Data: Década de 1960
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Hospital das Clínicas
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não
identificado
Autor Restauração: Paulo
Lemos
Referência: Casa de Misericórdia
Data: Década de 1970
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A primeira Santa Casa, construída
por Frei Eugênio Maria de Gênova, foi inteiramente destruída
por um incêndio em 1921. A reconstrução foi uma
iniciativa do médico e, então, provedor da instituição,
Dr. José de Oliveira Ferreira, que também executou a
sua planta. Iniciadas em 1926, as obras foram patrocinadas pelas grandes
famílias de Uberaba, sendo o novo edifício (foto) inaugurado
em março de 1935. O Decreto Nº 68.837, de 08 de março
de 1967, transformou suas dependências em Hospital de Clínicas
da Faculdade Federal de Medicina do Triângulo Mineiro, inaugurado
em 19 de agosto de 1967..
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Senai
Fonte: Arquivo Publico de Uberaba
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 20
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Senai
Fonte: Arquivo Publico de Uberaba
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 20
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Senai
Fonte: Arquivo Publico de Uberaba
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 20
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Senai
Fonte: Sesi
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 40
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Senai
Fonte: Sesi
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 40
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Senai
Fonte: Arquivo Público de Uberaba
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 40
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Senai
Fonte: Sesi
Autor Fotógrafo: Desconhecido
Autor Restauração: Marise
Romano
Referência:
Data: Década de 80
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O Liceu de Artes, o Batalhão
da Polícia Militar e SENAI O prédio que serviu por longos
anos como Liceu de Artes e Ofícios e Escola Normal, foi transformado
em Batalhão da Polícia Militar, recebendo do industriário
americano Henry Ford, a doação da verba para a construção
do pavilhão que recebeu o seu nome em homenagem. Em 1947 o
atual prédio do Batalhão da Polícia Militar é
doado pelo Governo do Estado para o Serviço Nacional de Aprendizagem
Industrial - SENAI que a partir daí, começa a desenvoler
suas atividades em Uberaba. |
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O Surgimento do SESI em Uberaba Nos próximos
dois anos, o SESI se instala em Uberaba em maio de 1949, realizando
inicialmente trabalhos de pesquisa social, desenvolvidos por suas
fundadoras: Helena de Brito e Dulce Furtado. Através dessas
pesquisas foi possível identificar o nível socioeconômico
do industriário da época, e assim, traçar os
objetivos para a melhoria das condições de vida do
operário da indústria local. O primeiro passo dos
trabalhos foi a instalação do atendimento odontológico,
onde os serviços foram realizados através do Gabinete
Dentário. Em 1952, após realizada uma pesquisa nas
empresas de Uberaba para a detectar o número de analfabetos
existentes, surgiu a necessidade de se implantar um curso de supletivo,
para melhorar o índice de escolaridade do trabalhador da
indústria. Em fevereiro do mesmo ano, promovendo-se um concurso
para seleção e porterior treinamento das professoras
do curso de supletivo. Para complementação dos conteúdos
do curso, foram visitados todos os estabelecimentos de ensino e
assistência social da cidade, para levantamento dos aspectos
culturais e sociais do município. Em 1952, o SESI recebeu
a doação de uma caixa com muitos livros, com os quais
surgiu o projeto da Biblioteca Ambulante. No dia 08 de maio de 1953,
foi iniciado o oficialmente o Curso de Supletivo do SESI, funcionando
em salas cedidas pela diretoria do Grupo Minas Gerais. O curso de
supletivo teve duração de apenas um ano, pois haviam
outros cursos noturnos na cidade e a freqüência dos alunos
passou a ser em sua maioria de domésticas, ao invés
de operários da indústria, inválidando os objetivos
do curso. Em 1953, houve um concurso no SESI para professores de
Trabalhos Manuais, Corte e Costura, dando início ao curso
em 1954. O setor de Recreação Física para crianças
e Futebol para adultos foi iniciado em 1955. Em 1956 separou-se
o Gabinete Dentário do Centro de Atividades que passou a
funcionar na Rua Carlos Rodrigues Nº 50, iniciando o Curso
de Arte Culinária e a partir daí foram oferecidos
vários cursos profissionalizantes além da Pré-Escola.
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Praça Dom Eduardo
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não Identificado
Autor Restauração: Paulo
Lemos
Referência: Praça Dom Eduardo
Data: Maio de 1938
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A Praça Dom Eduardo "fica no Alto das
Mercês. Tem a forma irregular devido o seu todo se constituir,
hoje, de duas praças, isto é, uma pequena em frente
ao Ginásio Diocesano, antigamente chamada 'Largo do Antônio
Batista', e mais tarde do 'Seminário'; e a outra, menor, para
cima, chamada Largo das Mercês (...) Em 1850, chamava-se 'Alto
do Cuiabá'. Aí se projetou, dez anos depois, a construção
de uma Capelinha dedicada a Santa Bárbara. O local, em 1880,
sem qualquer edificação, tomou o nome de Alto das Mercês,
que denominou o Largo, mais tarde 'praça', daquele nome"
(PONTES, 1978, p. 284). A Lei nº 267, de 30 de Outubro de 1911
denominou-a finalmente de Praça Dom Eduardo. No centro foi
construído um monumento, em 1939, pelo Sr. José Caetano
Borges, em comemoração do cinqüentenário
da introdução do Zebu (chegada do Boi Lontra), em Uberaba.
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Câmara Municipal
Fonte: Arquivo Público Municipal
Autor Fotógrafo: Não
identificado
Autor Restauração: Paulo
Lemos
Referência: Câmara Municipal
Data:
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Síntese do histórico fotográfico:
O 1º prédio da Câmara Municipal de Uberaba foi
construído pelo Capitão Domingos da Silva e Oliveira
às custas da população, em 1836, e inaugurado,
em 1837, para sediar o Governo Municipal. O sobrado passou por várias
reformas, preservando suas características, tais como: proporção,
número de pavimentos, estruturas e decoração
interna. As reformas datam de 1888, 1893, 1918, sendo o prédio
atual reinaugurado em julho de 1920. O arquiteto Luís Dorça
modificou a antiga forma das edificações portuguesas
para um estilo mais moderno. A planta do prédio é
de autoria do engenheiro e arquiteto, W. Brosenius. O construtor
foi Santos Guido, que introduziu as ordens civis modernas. No 1º
prédio funcionaram as sessões da Câmara, do
Júri, Juntas Municipais, de qualificações e
outras de caráter público. Reuniam-se no seu salão
os Colégios Eleitorais, e todas as autoridades judiciárias
nele davam suas audiências. Em seu andar superior funcionava
a Cadeia Pública.
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