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Seções » Especial Universitários recuperam mata de córrego do Tutunas Publicado em 14/06/07
O trabalho de recuperação iniciou a seis anos, quando o professor, universitários e técnicos do Instituto Estadual de Florestas (IEF) fizeram a coleta e identificaram as espécies nativas do local. Depois iniciaram o ciclo de plantio. Hoje, algumas plantas já chegam a três metros. O professor explica que é preciso acompanhar o crescimento da mata para fazer o replantio, pois muitas mudas morrem. Ainda existem falhas em algumas áreas, por isso voltamos ao local para recompor a mata.
De acordo com Garcia, a Fazu cercou a área para proteger a mata dos dois lados. As matas ciliares nas margens dos córregos devem ser respeitadas, sendo 30 metros à direita e 30 metros à esquerda, informa. Ele esclarece que a recomposição da mata ciliar no córrego e na lagoa é importante para reter e aumentar o fluxo de água. Se o solo está desnudo, quando chove, a água escorre pela enxurrada e pode provocar erosão e assorear outras áreas do leito, ressalta.
O grupo de alunos está empenhado na recuperação da lagoa do córrego, que foi assoreada. Quase dois metros de solo acumularam na lagoa, devido à falta da mata ciliar e a uma obra da prefeitura, que desvia o fluxo de água da chuva para a cabeceira do córrego. Por isso, a lagoa praticamente desapareceu, comenta.
Com o apoio dos universitários, o professor espera que daqui
a 15 anos a mata esteja formada e consequentemente o fluxo de água
do córrego e da lagoa seja maior. |
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