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E a América do Norte parou. Arriados numa manobra extraordinária,
o partido do governo americano deu um tiro no pé ao levar para
o próprio bolso eleitoral o peso de uma decisão que deveria
ser em favor do mundo que eles teimam em dizer que lideram. E as bolsas
de valores sucumbiram. E muito dinheiro sumiu.
Habilmente a presidenta da Câmara dos Deputados colocou a pá
de cal para minar Bush e Cia. Passando a discussão adiante, agora
capitaneada pelos democratas e, assim mostrar ao povo americano que
os democratas estão preparados para salvar a América e
o mundo. Show é com eles mesmos.
O mundo, ora o mundo, que espere e agüente o tranco.
A isso se junta a falta de intuição do povo brasileiro
que vê sua língua ser alterada. Pode parecer pouco o que
se está a fazer. Mas pense: o Brasil é a única
ex-colônia em todo o mundo que se livrou do colonizador já
com sua própria língua.
Somente o Brasil é mais de uma vez o conjunto do restante dos
países em que se fala o português de Portugal – inclusive
Portugal. Não seria mais apropriado que a língua falada
no Brasil fosse a diretriz? É assim que se forjam os líderes
– A Terra da Santa Cruz está num continente de mais de
uma dezena de países onde o espanhol é dominante e nunca
sofreu influências limítrofes. Continua a falar o português
do Brasil – a língua Brasileira.
A cidade de Uberlândia recebe um grande evento sobre Agrobioenergia
capitaneado pela Universidade Federal de Uberlândia – e
o que se vê é uma divulgação e acesso à
informação longe da magnitude que é a iniciativa.
Uma Universidade tem a missão de formar pessoas; entretanto,
sua função precípua deve ser o de fazer se parte
da cidade que a acolheu. Usando seus equipamentos de ensino que são
os eventos públicos, acadêmicos ou não. Seus laboratórios
e institutos funcionando na produção de pesquisas, mas
estas sendo informadas ao povo que a financia através da carga
tributária que sustenta a burocracia do serviço público
ao qual faz parte.
Falar sobre energia é ver e projetar o futuro numa perspectiva
de qualidade de vida melhor e harmônica.
A partir de 2009 uma nova janela será aberta na reitoria da Universidade
Federal de Uberlândia, e ninguém espera com isso uma Stanford
ou uma Columbia, mas que no mínimo seja o nascedouro de novas
iniciativas em favor de chances de parcerias com as indústrias,
empresas e grandes investidores.
Recentemente a coluna VAMOS CONVERSANDO chamou a atenção
dos deputados federais Gilmar Machado, Elismar Prado e João Bittar,
para que estes fossem signatários de um projeto de lei que modifique
a lei de doação financeira a instituições
de ensino e pesquisas no Brasil. Em Pindorama o doador paga imposto
para doar. E isso inibe investimentos privados, e parcerias com grandes
corporações e doadores independentes em projetos e pesquisas
globais.
China e Índia já entenderam isso. E Cingapura e Coréia
do Sul são exemplos dessa inciativa.
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