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Ser mulher... uma arte, um desafio, uma alegria! Melhor ainda quando você consegue ser um exemplar do grupo das mulheres positivas... mulheres fortes, responsáveis por suas escolhas, centradas em seus objetivos. Em primeiro lugar, a mulher positiva é aquela que sabe reconhecer que todo dia é dia de ser valorizada, relembrada e celebrada. A mulher positiva não perde tempo nas lamúrias pelos erros dos outros e vai à luta em busca da realização dos seus próprios sonhos, combatendo o medo do desconhecido e enfrentando as adversidades da vida com a certeza de que depois da dor, vem a aprendizagem que amadurece. Não tem medo de sofrer, porque acredita no seu potencial e na sua força interior de vencer as barreiras naturais do viver. Não tem medo da solidão porque sabe que ela mesma é a sua melhor companhia. A mulher positiva se ama e se valoriza tanto que não tolera o desrespeito e não suporta a falsidade, sentimentos baixos que ela sabe que não merece receber dos outros. Como ela se sente inteira, consegue fazer escolhas sensatas em seus relacionamentos, sabendo dizer "não" ao que lhe desagrada, sem sentimentos de culpa. É atraente, mesmo quando não é bonita externamente, porque a sua postura de autoconfiança cria nela uma aura de encantamento e carisma. A mulher positiva é tão rica de amor que a sua maior alegria é levar este amor a todos que dele necessitam, sem se esgotar, sem perder a sua identidade, sem se enfraquecer. A mulher-mãe positiva não acredita que "ser mãe é padecer no Paraíso", porque sabe que tudo que ela pensa repetidamente torna-se realidade em sua vida e, sendo assim, ela só acredita no melhor e faz com que o melhor aconteça. A mulher positiva, por ter tanta certeza das suas realizações e por gostar tanto de si mesma, embora não tolere a agressividade ou as palavras rudes dos outros, não guarda mágoas em sua vida e exercita constantemente o perdão - nobre sentimento que é típico de quem tem amor próprio. O livro Histórias para Aquecer o Coração das Mulheres, de Jack Canfield & Mark V. Hansen & Jennifer R. Hawthorne & Marci Shimoff, da Editora Sextante, traz a história "Lembrando de esquecer", narrada por Amy Seeger, que nos mostra o exemplo de uma mulher muito positiva: "Clara Barton, que fundou a Cruz Vermelha americana quando tinha cinqüenta e um anos, era considerada "tímida como um rato, mas brava como um leão". Comprometida com sua missão, continuou a exercê-la mesmo na velhice. Não deixou que a idade a atrapalhasse. Ela ia aonde quer que houvesse alguém precisando de conforto, em áreas de guerra, locais onde havia enchentes, terremotos ou febre amarela. Aos setenta e sete anos, estava nos campos de batalha de Cuba, na guerra hispano-americana. Clara continuou seu trabalho até morrer, aos noventa e um anos. Um dia, já bem velhinha, alguém a lembrou de uma ofensa que lhe fora dirigida, anos antes. Mas ela agiu como se jamais tivesse ouvido falar daquilo. - Não se recorda? - a amiga perguntou. - Não. - Clara respondeu. - Lembro-me nitidamente de ter esquecido isso."
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