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Sabe, eu sou uma pessoa que acredita em milagres... E aí, você
pode perguntar: "Mas, Eliana, o que são milagres para você?"
Para mim, milagres são aquelas singelas coincidências que
acontecem no meu dia-a-dia e que me levam sempre a caminhos melhores
para o meu viver. E como eu sei que o acaso não existe, e sim
um Poder Supremo que me protege e me guia, acordo todos os dias com
uma peculiar curiosidade para saber qual vai ser o novo milagre em minha
vida... Por isso, alimento cada vez mais a minha fé e os meus
pensamentos promissores de que tudo está bem em meu mundo e,
após fazer a leitura matinal das minhas metas, inicio as minhas
atividades mais confiante, entusiasmada e preparada para as oportunidades
que possam surgir...
Deixo aqui a sugestão de que você leia o fantástico
livro chamado Pequenos Milagres - Coincidências Extraordinárias
que Transformam a Vida", da Editora Sextante. E são as autoras
Yitta Halberstam e Judith Leventhal que afirmam, a partir de sua experiência,
que "quando você acredita em coincidências, elas inundam
sua vida de forma quase estonteante. Quando você manda seu desejo
para o Universo, e realmente acredita que o Universo é receptivo,
pode ter certeza de que receberá todas as respostas ao seu pedido".
E para que você também aprenda a reconhecer os milagres
em sua existência e se predispor para o melhor, veja que belíssima
história de autor desconhecido, chamada "Quanto custa um
milagre?" "Uma garotinha esperta de apenas seis anos de idade,
ouviu seus pais conversando sobre seu irmãozinho mais novo. Tudo
que ela sabia era que o menino estava muito doente e que estavam completamente
sem dinheiro. Iriam se mudar para um apartamento num subúrbio,
no próximo mês, porque seu pai não tinha recursos
para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento. Somente
uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvar
o garoto, e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes
dinheiro. A menina ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa,
com um sussurro desesperado: 'Somente um milagre poderá salvá-lo.'
Ela foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo,
no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha e contou-o cuidadosamente,
três vezes. O total tinha que estar exato. Colocou as moedas de
volta no vidro com cuidado e fechou a tampa. Saiu devagarzinho pela
porta dos fundos e andou cinco quarteirões até chegar
à farmácia. Esperou pacientemente que o farmacêutico
a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado
no momento. Ela, então, esfregou os pés no chão
para fazer barulho, e nada! Limpou a garganta com o som mais alto que
pode, mas nem assim foi notada. Por fim, pegou uma moeda e bateu no
vidro da porta. Finalmente foi atendida! 'O que você quer?', perguntou
o farmacêutico, com voz aborrecida. 'Estou conversando com meu
irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos',
disse ele sem esperar resposta. 'Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão',
respondeu a menina no mesmo tom aborrecido. 'Ele está realmente
doente... E eu quero comprar um milagre.' 'Como?', balbuciou o farmacêutico
admirado. 'Ele se chama Andrew e está com alguma coisa muito
ruim crescendo dentro de sua cabeça e papai disse que só
um milagre poderá salvá-lo. E é por isso que eu
estou aqui. Então, quanto custa um milagre?' 'Não vendemos
milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la',
respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave. 'Escute, eu tenho
o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto.
Por favor, diga-me quanto custa, insistiu a pequena.' O irmão
do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo à frente
e perguntou à garota: 'Que tipo de milagre seu irmão precisa?'
'Não sei', respondeu ela, levantando os olhos para ele. 'Só
sei que ele está muito mal e mamãe diz que precisa ser
operado. Como papai não pode pagar, quero usar meu dinheiro.''Quanto
você tem?', perguntou o homem de Chicago. 'Um dólar e onze
centavos', respondeu a menina num sussurro. 'É tudo que tenho,
mas posso conseguir mais se for preciso.' 'Puxa, que coincidência',
sorriu o homem. 'Um dólar e onze centavos! Exatamente o preço
de um milagre para irmãozinhos.'O homem pegou o dinheiro com
uma mão e, dando a outra mão à menina, disse: 'Leve-me
até sua casa. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais.
Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.' Aquele
senhor gentil era um cirurgião, especializado em Neurocirurgia.
A operação foi feita com sucesso e sem custos. Alguns
meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado. A mãe
e o pai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos
ocorridos: 'A cirurgia', murmurou a mãe, 'foi um milagre real.
Gostaria de saber quanto custou!' A menina sorriu. Ela sabia exatamente
quanto custa um milagre... Um dólar e onze centavos... Mas a
fé de uma garotinha... ah, essa não tem preço!!!"
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