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Positivo

Eu acredito em milagres
Eliana Barbosa

Consultora em Desenvolvimento Humano
Home Page: www.elianabarbosa.com.br
e-mail: elianaconsultora@terra.com.br
Publicado em 02/02/2006

Sabe, eu sou uma pessoa que acredita em milagres... E aí, você pode perguntar: "Mas, Eliana, o que são milagres para você?" Para mim, milagres são aquelas singelas coincidências que acontecem no meu dia-a-dia e que me levam sempre a caminhos melhores para o meu viver. E como eu sei que o acaso não existe, e sim um Poder Supremo que me protege e me guia, acordo todos os dias com uma peculiar curiosidade para saber qual vai ser o novo milagre em minha vida... Por isso, alimento cada vez mais a minha fé e os meus pensamentos promissores de que tudo está bem em meu mundo e, após fazer a leitura matinal das minhas metas, inicio as minhas atividades mais confiante, entusiasmada e preparada para as oportunidades que possam surgir...

Deixo aqui a sugestão de que você leia o fantástico livro chamado Pequenos Milagres - Coincidências Extraordinárias que Transformam a Vida", da Editora Sextante. E são as autoras Yitta Halberstam e Judith Leventhal que afirmam, a partir de sua experiência, que "quando você acredita em coincidências, elas inundam sua vida de forma quase estonteante. Quando você manda seu desejo para o Universo, e realmente acredita que o Universo é receptivo, pode ter certeza de que receberá todas as respostas ao seu pedido".

E para que você também aprenda a reconhecer os milagres em sua existência e se predispor para o melhor, veja que belíssima história de autor desconhecido, chamada "Quanto custa um milagre?" "Uma garotinha esperta de apenas seis anos de idade, ouviu seus pais conversando sobre seu irmãozinho mais novo. Tudo que ela sabia era que o menino estava muito doente e que estavam completamente sem dinheiro. Iriam se mudar para um apartamento num subúrbio, no próximo mês, porque seu pai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento. Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvar o garoto, e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes dinheiro. A menina ouviu seu pai dizer à sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado: 'Somente um milagre poderá salvá-lo.' Ela foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo, no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha e contou-o cuidadosamente, três vezes. O total tinha que estar exato. Colocou as moedas de volta no vidro com cuidado e fechou a tampa. Saiu devagarzinho pela porta dos fundos e andou cinco quarteirões até chegar à farmácia. Esperou pacientemente que o farmacêutico a visse e lhe desse atenção, mas ele estava muito ocupado no momento. Ela, então, esfregou os pés no chão para fazer barulho, e nada! Limpou a garganta com o som mais alto que pode, mas nem assim foi notada. Por fim, pegou uma moeda e bateu no vidro da porta. Finalmente foi atendida! 'O que você quer?', perguntou o farmacêutico, com voz aborrecida. 'Estou conversando com meu irmão que chegou de Chicago e que não vejo há séculos', disse ele sem esperar resposta. 'Bem, eu quero lhe falar sobre meu irmão', respondeu a menina no mesmo tom aborrecido. 'Ele está realmente doente... E eu quero comprar um milagre.' 'Como?', balbuciou o farmacêutico admirado. 'Ele se chama Andrew e está com alguma coisa muito ruim crescendo dentro de sua cabeça e papai disse que só um milagre poderá salvá-lo. E é por isso que eu estou aqui. Então, quanto custa um milagre?' 'Não vendemos milagres aqui, garotinha. Desculpe, mas não posso ajudá-la', respondeu o farmacêutico, com um tom mais suave. 'Escute, eu tenho o dinheiro para pagar. Se não for suficiente, conseguirei o resto. Por favor, diga-me quanto custa, insistiu a pequena.' O irmão do farmacêutico era um homem gentil. Deu um passo à frente e perguntou à garota: 'Que tipo de milagre seu irmão precisa?' 'Não sei', respondeu ela, levantando os olhos para ele. 'Só sei que ele está muito mal e mamãe diz que precisa ser operado. Como papai não pode pagar, quero usar meu dinheiro.''Quanto você tem?', perguntou o homem de Chicago. 'Um dólar e onze centavos', respondeu a menina num sussurro. 'É tudo que tenho, mas posso conseguir mais se for preciso.' 'Puxa, que coincidência', sorriu o homem. 'Um dólar e onze centavos! Exatamente o preço de um milagre para irmãozinhos.'O homem pegou o dinheiro com uma mão e, dando a outra mão à menina, disse: 'Leve-me até sua casa. Quero ver seu irmão e conhecer seus pais. Quero ver se tenho o tipo de milagre que você precisa.' Aquele senhor gentil era um cirurgião, especializado em Neurocirurgia. A operação foi feita com sucesso e sem custos. Alguns meses depois Andrew estava em casa novamente, recuperado. A mãe e o pai comentavam alegremente sobre a seqüência de acontecimentos ocorridos: 'A cirurgia', murmurou a mãe, 'foi um milagre real. Gostaria de saber quanto custou!' A menina sorriu. Ela sabia exatamente quanto custa um milagre... Um dólar e onze centavos... Mas a fé de uma garotinha... ah, essa não tem preço!!!"