![]() |
|
| |
||
|
Seções » Colunas
Quando se trata do atual ministro da saúde do governo Lula, qualquer iniciativa, por mais normal que aparente ser, nos deixa desconfiados. Suas falas públicas contra a Igreja já encheram muitas páginas de jornal. Entre os atuais homens de confiança do governo federal, que não simpatizam com as posições da Igreja, - embora o doutor seja provindo de família cristã - ele está imbatível, na linha de frente. Estão aí suas falas contundentes a favor do aborto; sua propugnação pelos preservativos sexuais, disponíveis para o uso livre dos alunos das escolas públicas. Isso significa que a escola se declara incapaz de educar a nova geração. Não consegue mais levá-la à prática dos “bons costumes”. Para haver menos despesas para o poder público, se lança mão desse artifício, para coibir os gastos com tratamentos anti-HIV, e complicações com as adolescentes gestantes. E o mais incrível disso tudo, é que a maioria das mães (querem salvaguardar suas filhas), acha isso muito certo. É o estímulo para a devassidão. Não há mais tentativa de procurar educar. Nessa questão da vacinação contra a rubéola,
há fatos estranhos. Existem atualmente, 17 casos por ano. Mas
isso justifica aplicar 70 milhões de vacinas, mesmo em pessoas
que já tiveram a rubéola, e em quem já foi vacinado?
Nunca se viu tanto zelo. O desconfiômetro acende a luz vermelha,
porque na Argentina, nas Filipinas e na Nigéria foi detectado,
em outros tipos de vacina, a presença do hormônio “gonadotrofina
coriônica”, conhecido artifício para controle da
natalidade, distribuído por certas ONGs. A vacina será
aplicada em povos indígenas e em outros grupos, de preferência,
selecionados. Diante dessas dúvidas, o ministro da saúde
é instado a se pronunciar em público, com afirmações
bem categóricas, de que o procedimento nada tem a ver com essa
iniciativa de duplo efeito: querer evitar um surto de rubéola
(que pode prejudicar o nascituro), e de presente, ainda diminuir mais
o índice do crescimento populacional. Este já empata com
países destinados a zerar, no futuro, os nascimentos. Essa tranqüilidade
o ministro deve conceder à população. E caso a
suspeita seja verdadeira, deve dizê-lo em público. Dom Aloísio Roque Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba,
MG |
||
|
|