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Nosso medo mais profundo não é o de sermos inadequados. Nosso medo mais profundo é o de sermos poderosos além da medida. É nossa luz, não nossa escuridão, que mais assusta. Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso, fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é uma criança do Espírito. Você, pretendendo ser pequeno, não serve ao mundo. Não tem nada de iluminado no ato de se encolher, pois os outros se sentirão inseguros ao seu redor. Nascemos para manifestar a glória do Espírito que está dentro de nós. E a medida que deixamos nossa luz brilhar, damos permissão para os outros fazerem o mesmo. À medida que libertamos nosso medo, nossa presença libera outros. Se pararem para analisar, isto tudo, trata primeiramente a fala do medo essencial de mal utilizar o poder advindo dos nossos talentos. O fato é que, se expressarmos ao mundo - mais por atos que por palavras - o quanto somos brilhantes, atraentes, talentosos, fabulosos, corremos alguns riscos: 1. o de nos tornarmos orgulhosos e prepotentes, acabando por matar as mesmas qualidades que nos atribuíam poder; 2. o de sermos alvo da terrível inveja alheia, que não suportando nosso brilho, certamente irá nos apedrejar nas mais diversas formas; 3. o de sermos mais e mais cobrados a expor esses talentos de uma forma concreta, eficiente e eficaz, o que nos torna muito mais responsáveis, aumentando o nosso "fardo" pessoal. A seguir, ele trata de uma das nossas mais nobres missões: a de espalhar a nossa luz neste mundo e, pelo próprio exemplo, dar oportunidade para os outros fazerem o mesmo, seguindo assim uma das regras áureas de Jesus: "Sede a luz e o sal da Terra...". Esta postura de vida é fácil de falar e difícil de realizar, igualmente devido às grandes responsabilidades que dela advém. Porém lembremos que, apesar desse "fardo", estaremos não somente dando segurança aos que nos rodeiam, mas também sendo líderes no âmbito em que vivemos e - o que é muito bom - estaremos libertando este e outros nossos medos, até os escondidos em nosso subconsciente. Só então seremos verdadeiramente vitoriosos, não
face ao sucesso material que o mundo preconiza, mas sim ao sucesso diante
de nossas fraquezas, de nossas sombras, de nossos defeitos de caráter. |
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